Let’s Code Academy na SEE-SAW

Pouco antes de terminar seu mandato, o ex-presidente Barak Obama, dos Estados Unidos, pediu às crianças e aos jovens que não se limitem a apenas jogar no smartphone ou baixar o aplicativo da hora e sim que aprendam a programar para que tenham uma chance justa de sucesso nos novos caminhos da economia. “Essa habilidade ajuda na resolução de problemas, estimula o desenvolvimento lógico e a criatividade, competências fundamentais para o século XXI”, explica Tatiana Vazoni, da Let’s Code Academy, de São Paulo. “Além disso, esta geração estará mais apta para enfrentar os desafios futuros.” Pensando nisso, e totalmente alinhada com as novas tendências educacionais, a See-Saw incluiu na sua grade de atividades extracurriculares o curso de programação, em parceria com a Let´s Code. As aulas acontecem às segundas e quintas e são voltadas para o 4º ao 6º ano e do 8º em diante. Mais informações pelo telefone (11) 2609-3807. #seesaw#escolabilingue #programacaoparacriancas #educacaoinfantil

Conservação e o uso racional da água: novos hábitos para um novo tempo.

Os alunos do 6º ano estão estudando o ambiente e o uso racional dos recursos naturais. Dentro deste estudo, que envolve várias disciplinas, estão vários projetos. Dentre eles está o estudo do nosso entorno, e nesse projeto os alunos do 6º ano irão conhecer no próximo dia 27 a nascente do rio Tietê e acompanhar seu percurso até a cidade de São Paulo. Para enriquecer este estudo, tivemos esta semana em nossa escola a Engenheira e Mestre em Hidráulica e Saneamento Virgínia Sodré. Na empresa Infinitytech ela trabalha com soluções de engenharia para o uso racional da água e em projetos de desenvolvimento ambiental. Recentemente participou do Fórum Mundial da Água e compartilhou conosco importantes conhecimentos sobre o uso consciente da água, sobre sua utilização no Brasil e no mundo e sobre a preservação dos recursos hídricos. A Virgínia e seu filho Antônio presentearam os alunos com ampulhetas que ajudam a controlar o tempo ideal de banho, evitando o desperdício de água.

José Roberto Dias

Coordenação Ensino Fundamental 2

Horta na escola: alunos dos 3ºs anos produzem repelente natural, manjericão para temperar e salada PANC. Confiram!

No início das aulas, os alunos retomaram os cuidados com a horta da escola e semanalmente se dividem para a poda, rega, colheita e outras tarefas.

O projeto ‘Horta na escola: cultivando valores e sabores’ foi iniciado quando eles estavam no 2º ano, e, durante as aulas, na continuidade e ampliação desta proposta, priorizamos o trabalho em grupo. Desta forma, ninguém pensa sozinho, todas as opiniões são ouvidas, valorizadas e cada integrante tem a oportunidade de participar e executar uma tarefa.

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Como a Citronela cresceu muito durante as férias e precisava ser podada, a Aline, engenheira ambiental e responsável pela implantação deste projeto, conversou com os grupos, alertando-os sobre as possibilidades nocivas dos repelentes industriais e propôs a produção de um poderoso repelente natural, confeccionado com esta planta, álcool de cereais, cravo-da-índia e óleo de amêndoas.

Também temos alguns pés de manjericão, as crianças já colheram folhas saudáveis e doaram para a equipe da cozinha usar no almoço da escola. Além disso, ofereceram mudas aos professores, incentivando-os a começar uma horta em casa ou caprichar no tempero para a família!

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Na última atividade, a Aline convidou a Amanda, Chef especializada na cozinha vegetariana, para fazer uma aula de culinária com o que temos na horta. Ela contou que só cozinhava vegetais e ensinou um termo que ninguém conhecia: PANC – planta alimentícia não convencional.

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Recentemente, nasceu uma florzinha branca, conhecida como flor-do-guarujá ou chanana e elas sabem que os pássaros contribuem para a germinação do que não foi plantado. A Amanda disse que esta flor faz parte do grupo das PANC, é saborosa e ainda tem propriedades medicinais! Então, por que não a utilizar no prato a ser degustado? Assim, os grupos prepararam um delicioso piquenique com suco verde, pãozinho regado ao azeite com ervas, preparado anteriormente, e uma salada panc com alface, cebolinha e chanana! Foi um sucesso!

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Professoras: Fabiula Susin, Rosângela Bernardo e Talita Macedo

 

Impressora 3D e o estudo das células

Os alunos do 8º ano estão estudando sobre células, em ciências com a professora Ivana. A tecnologia é um importante aliado, e neste aprendizado os alunos estão utilizando modelos feitos na impressora 3D da escola para aprender sobre as partes que constituem a célula.

Neste primeiro momento, a professora direcionou a elaboração do material, mas com a ajuda do Wagner de TI e da Coordenação, os alunos estão sendo estimulados a criar seus próprios projetos 3D e orientados nas possibilidades que a impressora disponibiliza, neste e em outros projetos escolares.

Com o apoio da professora de artes, os alunos vão finalizar os modelos das células identificando e pintando cada uma de suas partes no modelo.

José Roberto Dias

Coordenação EF2

Aprendizagem e Aventura – Estudo do Meio do 7º ano em Paraty

Como parte do projeto de estudo sobre a Colonização e os Ecossistemas Litorâneos, o 7º ano realizou uma saída de estudo do meio com destino a Paraty e ao Saco do Mamanguá. Neste ano, como parte de preparação para os projetos do 8º ano, foi introduzido no planejamento uma visita ao Quilombo do Campinho, nas proximidades da cidade de Paraty.

O projeto teve início com uma pesquisa feita pelos alunos sobre temas como Ciclo do ouro, do Café, do Turismo, Questão Indígena, Quilombola e Caiçara, Interferência Humana nos biomas de costão, mangue e marinho, etc. Após a pesquisa, os grupos elaboraram vários questionamentos que precisavam ser verificados durante a saída de estudo. Com o diário de bordo em mãos e muitas questões na cabeça, partiram para o campo.

Com o aprimoramento dos projetos em função dos estudos dos professores envolvidos, neste ano os alunos foram a campo não só para aprender, mas também para transmitir o conhecimento adquirido nos estudos preliminares para os colegas. Os alunos foram os guias dos próprios alunos. Cada um expôs, em grupo ou individualmente, no momento e local adequados, aquilo que aprendeu em seu processo de pesquisa e que era significativo para a situação que estava sendo vivenciada.

Caminhada pela Mata Atlântica, visita ao Manguezal de caiaque, pesca, caminhada pelo Centro Histórico, visita à Casa Azul que organiza a FLIP, foram algumas das muitas atividades realizadas nesta saída.

De volta à escola, os alunos utilizarão os dados coletados em projetos como a geometria na arquitetura de Paraty, elaboração de um folheto turístico sobre as atrações da região, e outros. Esse material estará em exposição e poderá ser visto no Sábado Cultural, em outubro.

José Roberto Dias – Coordenação EF2