Estresse de pai para filho

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Como estão seus níveis de estresse nos últimos tempos? Se andam elevados, atenção. De acordo com a pesquisa Stress in America, da American Psychological Association (APA), seus filhos também podem estar impactados por isso. Ou seja, eles não apenas estão conscientes do esgotamento físico e mental familiar, como também podem ter seus níveis de estresse alterados.

O estudo ainda descobriu que os pais normalmente subestimam o impacto que a tensão excessiva exerce sobre as crianças da família, principalmente quando estão preocupados com o emprego ou com a situação financeira doméstica.

Entre os sintomas desse quadro nos filhos estão mais horas na frente da TV e uma maior ingestão de alimentos não saudáveis, o que contribui para o aumento da obesidade infantil.

Dado o fato de que os pais têm preocupações reais e que eles não podem fazê-las desaparecer num passe de mágica, o que pode ser feito para ajudar as crianças nessa situação?

  • Evite fazer comentários negativos na frente dos seus filhos. Se não for possível, tente substituir esses comentários por sugestões de ação, como “precisamos descobrir um plano para lidar com nossas contas.”
  • Nos momentos de maior tensão, evite falar no assunto na frente deles. Sugira que façam alguma atividade física ou mesmo ajude em uma tarefa doméstica.
  • Ensine as crianças a serem focadas em soluções, em vez de paralisadas por preocupações. Pergunte a elas sobre seus próprios níveis de estresse e ajude-as a tentar lidar com a situação de um jeito mais leve.
  • Para aliviar a situação, assista uma comédia em família, sugira uma competição de mímica ou faça uma nova receita para o jantar.

 

 

 

 

Last day in Whistler

Well it was really good, but it’s over!

Whistler é uma cidade absolutamente incrível! Nos oferece possiblidades que uma cidade grande não tem. E a natureza,… que coisa maravilhosa!

Depois de três semanas de muitas aventuras, amizades e muitos, mas muitos quilômetros caminhados, nossa viagem ao Canadá vai chegando ao fim.

Perguntei para todos nos últimos dois dias, se eles fariam tudo de novo e a resposta foi sempre a mesma: sim!

A Fabi descobriu como resolver o cubo mágico, com a ajuda do Luiz Otávio que não largou ele, “nem pra tomar banho”.

O Danilo descobriu que não se gasta todo o seu dinheiro no primeiro dia da viagem

Pedro fez de tudo: ensinou cubo mágico, entrou nas águas congelantes, perdeu o remédio nas bagunças do quarto e comeu muito salgadinho!

Renato sempre ligado no joguinho do celular e desligado com os casacos. Perdeu dois! Ai quando a Claudia souber…

Paola topou tudo e disse que ficaria mais algumas semanas por aqui, sem problema.

Betina descobriu que gosta mesmo de cidade! Adorou o Village. Mas se emocionou bastante na hora de dar tchau

Bugallo arrasou um corazón por aqui e foi sempre salvo pelos amigos.

Rodrigo fez uma bela parceria com o Nathan, de Taiwan, jogou bola com uns gringos e distribuiu sorrisos por aqui.

João animou a todos quando puxava músicas no ônibus. Além disso, adorou caminhar. Gostou tanto, que ele vai passar duas semanas deitado só para compensar.

Caio foi um grande companheiro e querido por todos aqui. De longe foi o mais econômico da viagem. Quase tive que implorar para ele comprar alguma coisa para ele.

Gustavo foi que mais ficou junto com os estrangeiros exercitando o seu inglês.

Nabhan, que figura! Tudo tava bom pra ele. Menos usar o protetor solar.

Dantas sempre calmo e tranquilo. Aproveitou todo o que podia.

Dudis como questiona! Mas ele fez absolutamente tudo do Programa outdoor. Fiquei impressionado!

Ique, matou a saudades dos tempos de escola. Os amigos sempre se reencontram, não é mesmo?

Espero que seus filhos tenham gostado. Mais do que isso, espero que eles lhes digam obrigado, por vocês terem proporcionado tudo isso a eles.

Durante essas semanas, eles acordaram com batidas na portas, as 7 da manhã, todos os dias. Foram obrigados a esperar pela vez deles para tomar café, almoçar e jantar. Tiveram que esperar os adultos terminarem a conversa para poderem perguntar.

Eles sempre voltam um pouco mais maduros! É um processo.

Muito obrigado Ciça, Renato e César pela confiança

Lia, José Roberto e Sérgio obrigado pelo apoio.

Professores do 9°ano, eles nos amam! Só não descobriram isso ainda. Rsrsrsrs

Amanhã tem Vancouver!

Bobsled e Escalada

Uma manhã fria começou em Whistler, sendo necessário usar uma blusa, para começar o dia confortável . Mas o sol apareceu e a temperatura começou a subir.

Como a maioria dos alunos não foi acampar ontem, estava programado uma ida a um lago junto com os acampantes do English as Second Language.

Porém, uma mudança inesperada fez com que o nosso grupo, tivesse que ficar por minha conta. Levei-os a pista do Whistler Sliding Centre, que já recebeu as Olimpíadas de Inverno de 2010 e o Campeonato Mundial, no final do ano passado. Fica a 7 minutos andando do nosso residence.

Após nossa visita a pista, fomos até o guest center e oito alunos quiseram experimentar a descida. Levaram-nos de van até o ponto onde os profissionais descem. Fizemos o percurso descendo a pé até o ponto onde é reservado (e seguro), para os visitantes.

Todos os trenós descem com um piloto.

No primeiro trenó desceram: Bugalo, Nabhan e João; piloto: Jim. Eles atingiram 89. 53 km/h e fizeram o percurso em 52″83.

No segundo, Sarti, Luiz e Pedro piloto: Snowy. Velocidade: 89.20 km/h e tempo: 51″73 .

O terceiro: Fabiana, Paola e Alex. Piloto: Holly. Velocidade: 90.31 km/h e tempo: 51″34.

Logo após, os comentários foram muito legais com relação a experiência deles.

Após o almoço, foi a vez de escalar. Fomos até o Core, uma academia subterranea, no Village.

Lá eles tiveram a orientação de três instrutores que gostara m muito dos meninos e ensinaram com paciência e os estimularam o tempo todo. Vocês verão todos conseguindo atingir o ponto mais alto.

Alguns deles subiram com ótima velocidade. Foi desafiador para alguns mas os instrutores souberam fazer com que eles fossem além, do que já sabiam. Para terminar, fizeram uma competição porequipes. Cada time tinha que subir tocar o seu sino no alto e descer. Tocar na mão do companheiro e este então subia. Eles adoraram.

Ainda foram fazer alguns jogos no Meadow Park. Para registrar que o Gustavo gostou bastante de acampar.

ROPE RUNNER

O tempo da sinal de mudanças por aqui. A temperatura voltou ao normal para essa época dia do ano, na casa dos 20 – 25° C. Acordamos cedo de novo, para irmos ate Squamish, que fica mais ou menos a 45 minutos de Whistler, de ônibus.

Na reunião da manhã, aquele reforço importantíssimo com relação a segurança e da obrigação de seguir as determinações dos guias e councelers.

Enquanto esperamos pelo transporte, eles fizeram alguns jogos e brincadeiras perto do base 2. Achamos um lugar de prática de saltos com ski. Vou postar um vídeo do pessoal treinando saltos e caindo numa piscina. Eles repetiram o mesmo salto dezenas de vezes.

Fomos ao lugar chamado Rope Runner e eles se acabaram de brincar nas alturas. Cada lugar tem um nível, que vai de fácil até difícil. Eles brincaram muito como vocês podem acompanhar nas fotos. Tente achar o seu filho(a), pois como só pude tirar fotos debaixo, eles estão pequenos. Advinhem que foi o primeiro a sair depois de 10 minutos? Claro que fui eu mesmo! Já descobri que não sou de ficar em lugares altos que balançam.

Almoçamos ali ao lado no Rose Park. Para variar mais um lugar limpo e bem bonito. Na volta para Whistler uma surpresa, eles deixaram o nosso grupo no Walmart, por 40 minutos . Excessão feita ao Gustavo que foi acampar.

Eles tiveram um tempinho de relaxar nos dormitórios antes do jantar e todos adoraram. E às 7 da noite fomos ao Village para passear.

Na foto do grupo lá, tem a Maria que é brasileira e trabalha no Tamwood, no Brasil. Ela veio para nós ajudar com a logística da volta e saber se os alunos estão gostando (só que tem gente dizendo que querem ficar por aqui mesmo.)

Percebam que estão faltando

2 pessoas. Eles chegaram 3 minutos atrasados e por isso perdemos o ônibus público. Ou seja, tivemos uma boa caminhada morro acima. O que no final foi bom pois o tempo virou de vez. Está frio de novo e parece muito que vai chover!

Aproveitando o verão em Whistler

Com dias ainda quentes em Whistler (a previsão do tempo dizia que aqui hoje seria 26° C), nossas atividades incluíram caiaque, natação e futebol em dois parque conhecidos. Eles estão literalmente aproveitando as férias por aqui!

Enquanto um grupo foi ao Rainbow Park de ônibus, outro foi ao Lost Lake Beach, caminhando por aproximadamente 30 minutos. A trilha passava entre algumas residências e um campo de golfe.

Todas as atividades foram para se refrescar. Alguns brasileiros organizaram um futebol. Estavam jogando: Rodrigo, João, Renato e Bugallo. Eles estão se dando muito bem com dois garotos: Nathan (Taiwan) e Juan Pablo (México).

A tarde, os grupos inverteram as atividades e aproveitaram os parques. É bem interessante que um olhar mais apurado, entende um pouco do estilo de vida dos canadenses.

Vale lembrar que já tivemos alunos que vieram estudar no Canadá, também pela experiência desta viagem para Whistler.

Pela fotos, vocês podem ver alguns dormindo na grama que aliás, é bem fofinha. Eles estão caminhando bastante por aqui; bem mais que em São Paulo

Assistam o vídeo do Rodrigo jogando altinha com dois canadenses que estavam batendo uma bola. Nós estávamos ao lado dos dois rapazes e o Sarti ensaiou um pouco para pedir para entrar na brincadeira. Mas foi bem engraçado. Assim que ele se aproximou e falou “Hey can I pl…..” os dois já cortaram ele e falaram de uma forma super amistosa: “Joy us!” .

O Rodrigo vai lembrar deste momento por muitos anos!

First Aid & Wacky Fashion Show

Levantamos quinze minutos mais cedo hoje para o café. Os grupos ficaram muito grandes por causa dos novos acampantes e por isso, eles foram ajustados.

Nossos alunos foram divididos em duas atividades. Enquanto o grupo que tinha: Rodrigo, João, Bugalo, Danilo, Betina e Paola foram ao Lost Lake para atividades outdoor e nadar, os demais tiveram uma palestra e prática sobre primeiros socorros.

No fire, no wire. No glass, no gas, No thug, no drug. Instruções para começar um atendimento de urgência e iniciar a RCP – Ressucitação Cardio Respiratória. Eles praticaram em bonecos, a massagem cardíaca e respiração boca a boca. E foi ensinado também como utilizar um desfibrilador. Responderam ainda perguntas de um questionário, matando aquela saudade de voltar pra sala de aula.

No período da tarde os grupos inverteram, os locais. Na primeira atividade no Lost Lake, eles deveriam estabelecer uma fila com 30 pessoas em ordem alfabética, sem comunicação verbal. Depois tinham que estabelecer a ordem de acordo com a data de nascimento.

Na segunda atividade, outro grupo brincava de guiar uma pessoa com olhos vendados por um circuito.

A terceira, foi nadar no lago. A água estava uma delícia!

Pela primeira vez, jantamos no The Wizard, um restaurante bem bacana, localizado no Upper Village. Lá encontrei 3 brasileiros que fizeram intercâmbio, trabalhando. Subimos de yellow bus para o Base 2 para realizarmos a atividade da noite.

O Wacky Fashion Show, fez muito sucesso. Uma brincadeira bem animada que agitou o refeitório. Os grupos tinham que responder perguntas para conseguirem acessórios. Escolheram então um integrante, para ser fantasiado.

Nossos destaques foram Danilo e Renato que estavam super a vontade com a brincadeira. Os dois foram muito bem fantasiados e fizeram uma performance que deixaria o professor Rodrigo de teatro, bem contente. Todos riram muito.

Mãos na terra

Os alunos do 2º e 3º anos passaram o semestre literalmente com as mãos na terra e, com certeza, o empenho valeu muito a pena. “Eles saíram das salas de aula para vivenciar os espaços verdes da escola na prática”, explica a consultora de sustentabilidade Aline Fanti, da Reconectta, empresa responsável pela implantação do projeto na See-Saw. “Com nossa ajuda e dos professores, as crianças transformaram um pequeno jardim ornamental em uma horta repleta de ervas, temperos, hortaliças e plantas medicinais.” Os frutos da colheita, como a couve e o manjericão, foram enviados para a cozinha, utilizados nas aulas de culinária e o excedente doado para os professores e funcionários.

“A partir da experiência de cuidar e manter a horta, elas passam a descobrir novos sabores e, consequentemente, a se alimentar melhor”, conclui Aline.  Sem falar do aprendizado de novos conceitos na prática, de um jeito diferente e divertido. Um deles foi a descoberta das plantas comestíveis não convencionais (PANC) como o Peixinho, o Pincel de estudante e a Flor do Guarujá. “Apesar de pouco conhecidas, elas representam um mundo de sabores, propriedades nutricionais e texturas a ser explorado.”, conta Aline. Os frutos dessa bela experiência podem ser vistos nos projetos de conclusão de semestre. Entre eles a exposição  Olhares da natureza, com fotos dos próprios alunos,  o fichário Saberes da horta, com receitas e desenhos explicativos das plantas.