Tietê, para onde vai você?

Como segunda parte do projeto “Caminho do Tietê”, que abrange conhecimentos de Meio Ambiente, Ecologia, Colonização e Bandeiras, os alunos do 6º ano realizaram um Estudo do Meio que acompanha o caminho do rio desde São Paulo (Alto Tietê) até a cidade de Barra Bonita (Médio Tietê). Dentre muitas atividades ao longo desse percurso, como visita ao Memorial Tietê, ao Parque de Lavras, ao Parque das Monções – de onde saiam expedições, que duravam até seis meses, para o Mato Grosso, levando suprimentos e trazendo ouro – houve um intercâmbio com a EMEFEI Oscar Novakoski.  O projeto tem por objetivo aprimorar os conhecimentos trabalhados em diversas disciplinas e sua relação com o cotidiano, desenvolver relações interpessoais em diferentes situações e locais do ambiente escolar, além de conhecer e compartilhar poesias com os alunos da escola de Dois Córregos (cidade da poesia). Esta parceria com a EMEFEI Oscar Novakoski, organizada pela professora Talyta de Língua Portuguesa e Alex de Educação Física, teve acompanhamento da Secretaria da Educação e foi divulgada nos meios de comunicação pela Prefeitura de Dois Córregos. Os alunos do 6º ano conheceram também uma Estação de Tratamento de Esgotos, que devolve a água em boas condições para o rio, e também uma cerâmica industrial e uma cerâmica artesanal, onde puderam refletir, com a ajuda do professor Vinicius de Geografia, sobre o processo industrial e as condições de trabalho dos operários. O almoço foi a bordo de um navio que realizou a eclusagem na barragem da Usina Hidrelétrica de Barra Bonita.

José Roberto Dias – Coordenação Pedagógica Ensino Fundamental 2

Que caverna é esta?

Em continuidade ao projeto realizado em sala de aula, os alunos do 8º ano visitaram o Quilombo de Ivaporunduva e as cavernas do Parque Estadual e Turístico do Alto Ribeira (PETAR). Acompanhados dos professores Vinicius, de Geografia, e Agenor, de Língua Portuguesa, os alunos tiveram oportunidade de conhecer ambientes muito diferentes da sala de aula e vivenciar situações que trouxeram muito aprendizado. A convivência com a cultura do quilombo, a ciência e pesquisa desenvolvidos na Reserva Ecológica Betari e a exploração das cavernas trouxeram aos alunos uma oportunidade de crescimento pessoal e de experimentação que enriquecem todo o trabalho desenvolvido dentro da sala de aula.

José Roberto Dias – Coordenação Pedagógica Ensino Fundamental 2

Conservação e o uso racional da água: novos hábitos para um novo tempo.

Os alunos do 6º ano estão estudando o ambiente e o uso racional dos recursos naturais. Dentro deste estudo, que envolve várias disciplinas, estão vários projetos. Dentre eles está o estudo do nosso entorno, e nesse projeto os alunos do 6º ano irão conhecer no próximo dia 27 a nascente do rio Tietê e acompanhar seu percurso até a cidade de São Paulo. Para enriquecer este estudo, tivemos esta semana em nossa escola a Engenheira e Mestre em Hidráulica e Saneamento Virgínia Sodré. Na empresa Infinitytech ela trabalha com soluções de engenharia para o uso racional da água e em projetos de desenvolvimento ambiental. Recentemente participou do Fórum Mundial da Água e compartilhou conosco importantes conhecimentos sobre o uso consciente da água, sobre sua utilização no Brasil e no mundo e sobre a preservação dos recursos hídricos. A Virgínia e seu filho Antônio presentearam os alunos com ampulhetas que ajudam a controlar o tempo ideal de banho, evitando o desperdício de água.

José Roberto Dias

Coordenação Ensino Fundamental 2

Aprendizagem e Aventura – Estudo do Meio do 7º ano em Paraty

Como parte do projeto de estudo sobre a Colonização e os Ecossistemas Litorâneos, o 7º ano realizou uma saída de estudo do meio com destino a Paraty e ao Saco do Mamanguá. Neste ano, como parte de preparação para os projetos do 8º ano, foi introduzido no planejamento uma visita ao Quilombo do Campinho, nas proximidades da cidade de Paraty.

O projeto teve início com uma pesquisa feita pelos alunos sobre temas como Ciclo do ouro, do Café, do Turismo, Questão Indígena, Quilombola e Caiçara, Interferência Humana nos biomas de costão, mangue e marinho, etc. Após a pesquisa, os grupos elaboraram vários questionamentos que precisavam ser verificados durante a saída de estudo. Com o diário de bordo em mãos e muitas questões na cabeça, partiram para o campo.

Com o aprimoramento dos projetos em função dos estudos dos professores envolvidos, neste ano os alunos foram a campo não só para aprender, mas também para transmitir o conhecimento adquirido nos estudos preliminares para os colegas. Os alunos foram os guias dos próprios alunos. Cada um expôs, em grupo ou individualmente, no momento e local adequados, aquilo que aprendeu em seu processo de pesquisa e que era significativo para a situação que estava sendo vivenciada.

Caminhada pela Mata Atlântica, visita ao Manguezal de caiaque, pesca, caminhada pelo Centro Histórico, visita à Casa Azul que organiza a FLIP, foram algumas das muitas atividades realizadas nesta saída.

De volta à escola, os alunos utilizarão os dados coletados em projetos como a geometria na arquitetura de Paraty, elaboração de um folheto turístico sobre as atrações da região, e outros. Esse material estará em exposição e poderá ser visto no Sábado Cultural, em outubro.

José Roberto Dias – Coordenação EF2